Por que não vai ter festa esse ano

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Olhando pra trás, dá pra ver que os avanços são grandes. Olhando pra frente, vemos que os desafios são enormes. Já se passaram quase cinco anos desde que essa diretoria comandada pelo companheiro Neto, assumiu o desafio de lutar, por melhores condições de trabalho, respeito e dignidade dessa categoria, que foram jogadas na lata de lixo pelas direções anteriores. Para esse trabalho se faz necessário muita determinação.

Passamos o primeiro mandato reestruturando o nosso Sindicato e pagando dividas trabalhista das diretorias passadas. Agora no segundo mandato estamos enfrentando as dívidas com o INSS que vem se arrastando do início da década de noventa para cá, foram vários acordos firmados e não cumpridos no passado.

Hoje essa dívida atualizada chegou a R$ 8.396.253,34 (oito milhões trezentos e noventa e seis mil duzentos e cinquenta e três reais e trinta e quatro centavos) já sendo executada, com ordem judicial de bloqueio das contas do SINTRO, inviabilizando totalmente o funcionamento do nosso Sindicato.

Decidimos, agora, encarar essa herança maldita deixada pelos que não tiveram nenhum respeito por nossa categoria. A grande dúvida que surgiu no momento, porém, foi em relação a festa que víamos realizando todo final de ano, decidimos lutar para garantir a existência do Sintro-CE, e ao invés de pedir dinheiro emprestado para realizar nossa festa, e se endividar ainda mais, decidimos buscar uma saída no sentido de negociar a divida junto a Receita Federal e garantir nosso Sindicato na luta em defesa dos direitos dos Rodoviários.

Primeiramente pedimos a compreensão de todos os rodoviários em relação a festa, com certeza essa diretoria com o apoio dos rodoviários vencerá todos desafios que vierem pela frente.

Texto escrito por Valdir Pereira, assessor político do Sintro-CE.

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