Trabalhadores elegem, dias 24 e 25, diretoria do maior sindicato de São José dos Campos e região

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O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região realiza na próxima terça e quarta-feira, dias 24 e 25, a eleição que vai definir a diretoria que estará à frente da entidade pelos próximos três anos (2015 – 2018).

A eleição será disputada por duas chapas: o atual presidente, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá, será candidato pela Chapa 1, com mais 40 diretores, pela CSP-Conlutas. A Chapa 2 é encabeçada por Agnaldo Rodolfo dos Santos, com mais 36 diretores, pela CUT e CTB.

Metalúrgicos de 231 fábricas participarão da votação. As urnas percorrerão 95 fábricas, a partir das 4h do dia 24. Haverá ainda votação na sede, em São José dos Campos, e subsedes da zona sul, Jacareí e Caçapava. Apenas trabalhadores sindicalizados há pelo menos três meses podem votar.

Vence a eleição a chapa que atingir 50% dos votos mais 1. A fiscalização das urnas e contagem dos votos serão feitas por pessoas indicadas pelas duas chapas, garantindo assim a lisura e transparência do processo. A apuração acontecerá na quinta-feira, dia 26, no Centro Esportivo Vale do Sol (Praça Bahia de São Salvador, 342, Vale do Sol).

O maior na região e um dos mais importantes em inserção política no país, o Sindicato representa hoje cerca de 42 mil trabalhadores, nas cidades de São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Santa Branca e Igaratá.  Em sua base estão, por exemplo, a Embraer, General Motors, Gerdau, Chery, Hitachi, Panasonic e Avibras.

“Todo o processo eleitoral tem transcorrido de forma transparente e democrática, como já é tradição neste Sindicato, para fazer valer a decisão da categoria”, afirma o coordenador da Comissão Eleitoral, João Zafalão.

O Sindicato é um dos fundadores da CSP-Conlutas, uma das centrais sindicais mais combativas do país. Atualmente, o Sindicato está à frente de lutas em defesa do emprego e contra as medidas provisórias 664 e 665. As MPs, criadas pela presidente Dilma Rousseff (PT), reduzem o acesso de milhões de trabalhadores a direitos como seguro-desemprego, PIS, auxílio-doença e pensão por morte.

Fonte: CSP-Conlutas

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